Quem é Marie Pessoa?

Marie Pessoa (Mariana, no bom Português) nasceu dia 22 de novembro de 1996. Um dos seus maiores de infância era ser escritora, mas só teve coragem para correr atrás disso quando percebeu que a vida sem escrever era muito sem graça. Começou a estudar Jornalismo em 2017, onde descobriu outro amor: a reportagem. Sim, ela é escritora e jornalista. Dois caminhos nada fáceis.

Marie é feminista e ama conversar sobre empoderamento. É sagitariana, mas prefere ficar em casa assistindo séries. E claro, é uma tagarela sem limites (não pergunte sobre questões filosóficas, sério).

Ela tem história de vida o suficiente para escrever um livro sobre si mesma (e talvez um dia escreva). Criou o blog para compartilhar sobre os seus livros, escrita, literatura e visão do mundo. Também publica poesia e sobre o seu dia a dia no Instagram – seu cantinho especial.

Perfil jornalístico de Mariana Pessoa

Mariana sempre gostou de inventar histórias. Desde muito antes de aprender a escrever, ela vivia a criar histórias e situações com seus ursinhos e bonecas. Sentia-se uma roteirista, embora na época sequer soubesse o significado da palavra. Na infância, uma de suas maiores felicidades foi concluir a leitura de um livro que tinha mais palavras do que ilustrações. 

Faz parte de uma grande família, mas é órfã de pai. Tem um irmão mais velho que sempre faz o possível para vê-la feliz, e uma mais nova que adora e ajuda a educar. A depressão surgiu quando não deveria, e ela se jogou na escrita e nos livros. Escrevia e postava na internet. Nunca mais parou.

Sonhava em viver da escrita, sonhava em viver de sonhos. Mas sabia que não era possível. Fez um semestre de Serviço Social. Não gostou. Estava claro que não seria um bom plano B. Foi para a área de informática. Piorou. Mariana também não gostava de lidar com máquinas. E a ansiedade aumentava.

Fez vestibular pela quarta ou quinta vez. Letras, era o que queria. O que sempre quis, desde os 12 anos. Mas não queria dar aula. De jeito nenhum. O que ela queria era viver de escrita. Tomou uma decisão crucial: não se matriculou. Surgiu algo melhor. Jornalismo. Não havia considerado o curso até o momento. 

Mariana nasceu para escrever. Era sua única certeza quando se jogou de cabeça no curso. Duas horas de ônibus não a amedrontam — mesmo sendo difícil encarar todos os dias. Com 20 e poucos anos e alguns boletos em seu nome, ela sabe que está no lugar certo agora. 

Texto escrito no primeiro semestre de Jornalismo. Nada mudou.